terça-feira, 20 de dezembro de 2011

11º ANIVERSÁRIO DA I.E.A.D.M.E.

 


















































































O BRASIL É DE JEOVÁ


Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. 
Gênesis 12:2

Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, o povo que ele escolheu para sua herança. 
Salmos 33:12

ORIGEM DOS DOGMAS E INOVAÇÕES DA IGREJA ROMANA


Col 2: 8 ; I Tim 4: 1, 2

·         A.D. 310 - Começa a vida monástica por Antonio de Alexandria, no Egito, mas esses primeiros monges procuravam no trabalho comum que faziam, o seu próprio sustento.

·         Em 370 - Principia o uso dos altares e velas, pelo fim do século III. O culto dos santos foi introduzido por Basílio de Cesaréia e Gregório Nazianzeno. Também apareceu pela primeira vez o uso de incenso e turíbulo na igreja, pela influência dos prosélitos vindos do paganismo.

·         Em 400 - Paulino de Nóla ordena que se reze pelos mortos, e ensina o sinal da cruz feito no ar.

·         Em 590 - Gregório, o grande, origina o purgatório.

·         Em 607 - O assassino imperador Phocas dá ao bispo de Roma o direito de primazia universal sobre a cristandade, depois do II Concílio de Constantinopla.

·         Em 609 - O culto à virgem Maria é obra de Bonifácio IV. E a invocação dos santos e anjos é posta como lei da igreja.

·         Em 670 - Começa a falar-se em latim a missa, língua morta para o povo, pelo papa Vitélio.

·         Em 758 - Cria-se a confissão auricular pelas ordens religiosas do Oriente.

·         Em 787 - No II Concílio de Nicea, convocado a instância da infame imperatriz Irene, foi estabelecido o culto e a adoração da cruz e relíquias dos santos.

·         Em 795 - O incenso foi posto por lei nas cerimônias da igreja por Leão III.

·         Em 803 - Foi criada a festa da Assunção da Virgem pelo Concílio de Maguncia.

·         Em 818 - Aparece pela primeira vez nos escritos de Pascácio Radberto, a doutrina da transubstanciação e a missa.

·         Em 884 - O papa Adriano III aconselha a canonização dos "santos".

·         Em 998 - É estabelecida a festa aos mortos, "dia de finados" por Odilon.

·         Em 1000 - a confissão auricular generaliza-se e os ministros da igreja arrogam para si o célebre "Ego te absolvo". A missa começa a chamar-se sacrifício. E organizam-se as peregrinações (romarias).

·         Em 1003 - O papa João XIV aprova a festa das almas "fiéis defuntos" que Odilon criara primeiro.

·         Em 1059 - Nicolau II cria o colégio dos cardeais "conclave".

·         Em 1074 - O papa Gregório VII, aliás Hildebrando, decretas o celibato dos padres como obrigatório.

·         Em 1076 - É declarada a infalibilidade da igreja pelo mesmo papa.

·         Em 1090 - Pedro, o Ermitão, inventa o rosário.

·         Em 1095 - Urbano II cria as indulgências plenárias.

·         Em 1125 - Aparece pela primeira vez nos cânones de Leão, a idéia da imaculada conceição de Maria, porém S. Bernardo de Clairvaux refutou tal idéia.

·         Em 1164 - Pedro Lombardo enumera 7 sacramentos; enquanto que Jesus ordenara apenas dois.

·         Em 1200 - O Concílio de Latrão impõe a transubstanciação e confissão auricular.

·         Em 1227 - Entra a campainha na missa por ordem de Gregório IX.

·         Em 1229 - O Concílio de Tolouse estabelece a inquisição, que foi confirmada em 1232 por Gregório X, e logo entregue aos dominicanos. Este mesmo concílio proíbe a leitura das Sagradas Escrituras, ao povo.

·         Em 1264 - Urbano IV determina pela primeira vez a festa do corpo de Deus (Corpus Christi).

·         Em 1300 - Bonifácio XIII ordena os jubileus.

·         Em 1311 - Inicia-se a primeira procissão do Santo Sacramento.

·         Em 1317 - João XXII ordena a reza "Ave Maria".

·         Em 1360 - A hóstia começa a ser levada em procissão.

·         Em 1414 - O Concílio de Constança definiu que na comunhão ao povo deve ser dada apenas a hóstia, sendo o cálix (copo) reservado para o padre. Os concílios de Pisa, Constança e Basiléia declararam a autoridade do Concílio superior à do Papa.

·         Em 1438 - O Concílio de Florença abre a porta do Purgatório, que Gregório, o Grande, havia criado.

·         Em 1563 - O Concílio de Trento definiu que a tradição é tão valiosa quanto a Palavra de Deus, e aceitou os livros apócrifos como canônicos.

·         Em 1854 - Pio IX proclama o dogma da imaculada conceição de Maria.

·         Em 1870 - O Concílio do Vaticano, declara a infalibilidade do Papa.


Com isso secou-se a fonte das inovações romanas, operação do mistério da injustiça. II Tess 2: 7 ; Ap 17: 5 e 18: 4.

Conjunto de doutrinas e ordens que nem Jesus Cristo nem seus Apóstolos jamais ensinaram. Bem disse o Senhor: "Em vão, pois, me honram ensinando doutrinas e mandamentos que vêm dos homens". Mt 15: 9.

            Pode uma pessoa conscienciosamente confiar a salvação da sua alma aos caprichos dos homens? Pode porventura, alguma ou todas as inovações humanas regenerar o coração, purificar do pecado, remover a culpa, tranquilizar a consciência e então salvar a alma? Não, não podem!

            O Apóstolo Pedro por virtude da Palavra de deus, diz: "Não vos temos feito conhecer a virtude e presença de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas engenhosas". II Pe 1: 16. E continua: "Esta Pedra (Jesus) que foi reprovada por vós, os edificadores, foi posta por cabeça da esquina, e em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos". At 4: 11, 12.

            Somente Jesus, o Filho de Deus, foi quem ofereceu o único e perfeito sacrifício de Si mesmo uma vez sobre a cruz, para a nossa redenção e eterna salvação. Ele, pois, é o Senhor, Salvador, Juiz e Rei. I Tim 6: 15.






O casamento está se tornando obsoleto?


Um recente estudo conduzido pelo Pew Research Center revelou que 39% dos americanos (quase quatro em cada dez) acreditam que o casamento está se tornando obsoleto. Como uma sociedade, um percentual tão alto é vergonhoso. Mas, infelizmente, isso não é surpreendente.
Não esqueçamos a exortação a respeito da instituição do casamento:
“Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros” (Hebreus 13:4).
Por que tantas pessoas estão falhando em honrar o casamento e, chamando-o de obsoleto? Para responder a essa pergunta, precisamos primeiro entender os fundamentos do matrimônio.
O casamento começou no início com Adão e Eva (Gênesis 2:24)). A partir desse ponto, o homem continuou a prática do casamento de geração em geração. Jesus afirma que o casamento existirá (e, portanto, relevante, não obsoleto), até “a ressurreição”, quando homens e mulheres “não se casam nem se dão em casamento”(Mateus 22:30 ). Portanto, devemos manter o casamento em honra tanto como aqueles que viveram há séculos atrás.
Há duas coisas que devemos lembrar-nos sobre essa relação antiga, universal e permanente:
Em primeiro lugar, o matrimônio foi instituído por Deus. Quando Jesus foi perguntado sobre o casamento, Ele respondeu: “Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne? De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19:4-6). Deus une um homem e uma mulher em casamento, assim como fez com Adão e Eva no princípio. O casamento não é um costume social ou um contrato legal. É uma relação que foi estabelecida por Deus.
Em segundo lugar, o casamento é uma aliança de relacionamento entre um homem e uma mulher. Uma das razões do profeta Malaquias repreender o povo foi por causa de seus pecados contra suas esposas. “E perguntais: Por quê? Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança” (Malaquias 2:14). Um pacto é um acordo entre duas partes. Quando um homem e uma mulher se casam, eles entram em um longo compromisso de vida. Isto não é para ser tomado despreocupadamente, já que a única causa que permitiria um casado ser liberado de seu compromisso é a morte ou a infidelidade por parte do cônjuge (Romanos 7:2-3; Mateus 19:9).
Conclusão: Vemos que o casamento é uma instituição divina na qual se faz um compromisso para toda vida com seu cônjuge. Então, por que tantas pessoas dizem que o casamento está se tornando obsoleto? Tudo se resume ao fato de que eles não respeitam a Deus (aquele que instituiu o casamento) e eles são egoístas (recusando-se a comprometer a sua vida para outra).
Orgulho e egoísmo assumem muitas formas. Uma delas é na desonra do casamento. Devemos aprender a nos humilhar, confiar em Deus e em Seu plano, e colocar os outros antes de nós mesmos.